Treinamento em de Redes de Fibras ópticas PON FTTH componentes e instalação e testes
( Distribuidores ópticos )
( Caixas de emenda óptica )
( Caixas de terminação óptica )
Objetivo
Promover o conhecimento sobre componentes e técnicas de instalação de redes de fibras ópticas de modo geral, enfatizando as particularidades das REDES PON FTTH que é a atual topologia de rede utilizada para o acesso aos usuários.
Item A – Cursos e público alvo
Curso 1 – Fibras ópticas e sistemas de comunicação.
Curso 2 – Montagem da Caixa de Emenda Óptica (CEO) para emenda e derivação de cabos ópticos.
Curso 3 – Montagem da Caixa de Terminação Óptica (CTO) e DIO
Publico alvo dos cursos 1, 2 e 3: Profissionais que desejam obter conhecimentos teóricos e práticos para trabalharem com redes ópticas. Serão adquiridos conhecimentos necessários e suficientes para habilitá-lo com trabalhos de instalação e reparos de redes de fibras ópticas.
Curso 4 – Redes FTTH PON, conceitos, aplicação e operação
Publico alvo:Profissionais que necessitem de obter conhecimento dos vários aspectos de instalação, testes , operação e funcionamento de redes ópticas ponto multiponto. Serão adquiridos conhecimentos sobre essa atuas tecnologia de distribuição de serviços de voz, dados e imagem e os benefícios na sua adoção.
Curso 5 – Planejamento, orçamento de potencia, e desenho de redes PON FTTH
Publico alvo: Profissionais que tenham interesse em trabalhar com planejamento e instalação de Redes FTTH. Serão adquiridos conhecimentos necessários para habilitá-lo com o planejamento, levantamento de campo, cálculos de dimensionamento da rede, trabalhos de instalação e reparos de redes de fibras ópticas.
Curso 7 – Equipamentos de testes e procedimentos de medidas em Redes FTTH
Publico alvo: Profissionais que tenham interesse em trabalhar com redes ópticas. Serão adquiridos conhecimentos necessários e suficientes para habilitá-lo com as atividades de testes de instalação e reparos de Redes FTTH, utilizando-se OTDR e Power Meter.
Curso 8 – OTDR, configuração, procedimentos de testes, análise de curvas e tabelas de eventos.
Publico alvo:Profissionais que tenham interesse em trabalhar com testes e análise de desempenho e manutenção de redes ópticas. Serão adquiridos conhecimentos sobre configuração, interpretação de curva e tabela de eventos e procedimentos de testes.
Curso 9 – Instalação de Rede FTTH
Publico alvo: Pessoas que atuam ou querem adquirir conhecimento para ingressarem na atividade de instalação Redes FTTH
Item B - Condições gerais de realização
1 – Local de realização
Nas dependências do SINTTEL ou outro local na cidade de Santos
2 – Número de participantes
Máximo: 20 pessoas
3 – Material didático
Será encaminhado ao SINTTEL as apostilas em meio eletrônico para impressão local.
Equipamentos como Maquina de emenda por fusão, OTDR e Fonte de Luz e Power Meter serão fornecidos pelo instrutor.
Caixas de emenda ( CEO ), caixas de terminação ( CTO ), DIO e consumíveis serão objetos de avaliação quanto ao fornecimento.
Item C - Programas, carga horária teórica e prática.
Curso 1 – Fibras ópticas e sistemas de comunicação
1 – Introdução
2 – Características físicas da fibra óptica
2.1 – Composição material
2.2 – Características geométricas
2.2.1 – Circularidade da casca
2.2.2 – Circularidade do núcleo
2.2.3 – Excentricidade do núcleo
2.3 – Dimensões
3 – Propagação da luz na fibra óptica
3.1 – Refração no interior do núcleo
3.2 – Reflexão total no interior do núcleo
3.3 – Índice de refração
3.4 – Modos de propagação
4 – Características da luz propagante na fibra óptica
4.1 – Luz visível
4.2 – Luz invisível
5 – Fontes e detectores de luz
5.1 – Características da fonte de luz LED
5.2 – Características da fonte de luz LASER
5.3 – Características do detector de luz
6 – Comprimentos de onda de operação
7 – Janela óptica de operação
8 – Tipos de fibras ópticas
8.1 – Fibra óptica multímodo
8.1.1 – Fibra óptica multímodo índice degrau (ID)
8.1.1 – Fibra óptica multímodo índice gradual (IG)
8.2 – Fibra óptica monomodo
8.2.1 – Fibra óptica monomodo standard (SMF)
8.2.2 – Fibra óptica monomodo com dispersão deslocada nula (DS)
8.2.3 – Fibra óptica monomodo com dispersão deslocada não nula ( NZDSF )
8.2.1 – Fibra óptica monomodo com dispersão plana (LWP)
9 – Atenuação
9.1 – Fatores Intrínsecos
9.1.1 – Espalhamento
9.1.1.1 – Espalhamento de Rayleigh
9.1.1.2 – Espalhamento de Mie
9.1.1.3 – Espalhamento de Raman
9.1.1.4 – Espalhamento estimulado de Brilouin
9.1.2 – Absorção
9.1.2.1 – Absorção material
9.1.2.2 – Absorção por impurezas
9.1.3 – Microcurvaturas
9.2 – Fatores Extrínsecos
9.2.1 – Perdas por curvatura
9.2.2 – Perda devido à emenda
9.2.2.1 - Sujeira na fibra óptica
9.2.2.2 – Clivagem (corte) com defeito
9.2.2.3 – Bolha na emenda
9.2.2.4 – Elipsidade do núcleo
9.2.2.5 – Fibras de fabricantes diferentes
9.2.3 – Perda devido à conector
9.2.3.1 - Excentricidade do núcleo do ferrolho do conector
9.2.3.2 – Excentricidade do núcleo da fibra
9.2.3.3 – Clivagem ruim da fibra de um conector
9.2.3.4 – Elipsidade do núcleo da fibra
10 – Dispersão ( espalhamento )
10.1 – Dispersão modal
10.1.1 – Dispersão modal em fibras multímodo de perfil de índice degrau (ID)
10.1.2 – Dispersão modal em fibras multímodo de perfil de índice gradual ( IG )
10.2 – Dispersão cromática
11 – Emendas em fibras ópticas
11.2 - Atenuações em Emendas Ópticas
11.2.1 - Fatores Intrínsecos
11.2.2 – Fatores Extrínsecos
11.2.3 – Fatores Reflexivos
11.3 – Emenda por Fusão
11.4 – Emenda Óptica Mecânica
11.5 – Emenda por Conectores
11.5.1 – Conector e alinhador E2000 PC/APC
11.5.2 – Conector e alinhador SC PC / APC
11.5.3 – Conector e alinhador LC PC / APC
11.5.4 – Conector e alinhador FC PC / APC
11.5.5 – Conector e alinhador MTRJ
12 – Vantagens e desvantagens das fibras ópticas em relação aos outros meios de comunicação.
12.1 – Vantagens das fibras ópticas
12.1.1 - Baixa atenuação
12.1.2 - Banda passante larga
12.1.3 - Imunidade a interferência eletromagnética e ruídos
12.1.4 - Efeito “crosstalk” desprezível
12.1.5 - Isolação elétrica
12.1.6 - Tamanho e peso reduzidos
12.7 - Segurança da informação e do sistema
12.1.8 - Flexibilidade na expansão da capacidade dos sistemas
12.1.9 - Alta resistência a agentes químicos e variações de temperatura
12.1.10 - Custos potencialmente baixos
12.2 – Desvantagens das fibras ópticas
12.2.1 – Fragilidade
12.2.2 - Dificuldade de Conexões
12.2.3 - Acopladores tipo T com perda alta
12.2.4 - Impossibilidade de alimentação remota
12.2.5 - Cobre vs. meio Óptico
13 – Aplicações
13.1 - Aplicações na Medicina e na Odontologia
13.2 - Sensores Ópticos
13.3 - Aplicações Militares
13.4 - Sistema de Comunicações
13.5 - Cabos Submarinos
14 – Exercícios de fixação
15 – Dicionário de termos técnicos da fibra óptica
Atividades práticas: Realização de fusão com máquina de emenda.
Abertura de cabos ópticos e identificação de fibras.
Carga horária : 16hs ( 8hs teóricas e 8hs práticas )
Curso 2 – Montagem da Caixa de Emenda Óptica (CEO) para emenda e derivação de cabos.
2.1 – Componentes da CEO
2.2 – Preparação do cabo e identificações dos grupos
2.5 – Simulação de fibras, fusão e acomodação nas bandejas.
2.6 – Fechamento da CEO
Carga horária : 8hs de atividades práticas
Curso 3 – Montagem da Caixa de Terminação Óptica (CTO) e CTO
3.4 - Fechamento da CTO
3.5 – Componentes do DIO
3.6– Preparação do cabo
3.7 – Ancoragem do cabo óptico na caixa
3.8 – Acomodação dos elementos básicos
3.9 – Acomodação das fibras na bandeja
3.10 – Fusão das fibras
Carga horária : 8hs de atividades práticas
Curso 4 – Redes FTTH PON, conceitos, aplicação e operação
1 – Noções básicas de uma rede com fibras ópticas.
1.1 – Rede óptica ponto a ponto P2P
1.2 – Rede óptica ponto multiponto PMP
1.3 – Redes de transporte
1.4 – Rede de acesso
1.4.1 - Redes de acesso via fibra óptica e cabo coaxial (HFC)
1.4.2 - Redes de acesso via fibra óptica
2 – Rede Óptica Passiva – PON
2.1 – Características da rede EPON - Ethernet Passive Optical Network
2.2 – Características da rede GPON - Gigabit Passive Optical Network
2.3 – Topologia da rede PON
2.4 – Arquiteturas da rede PON
2.4.1 - Solução FTTB – Fibra até o Prédio
2.4.2 - Solução FTTC – Fibra até o Armário
2.4.3 - Solução FTTN – Fibra até o Nó
2.4.4 - Solução FTTH – Fibra até a Casa
3 – Componentes principais da arquitetura PON
3.1 – OLT – Optical Line Terminal
3.2 – ONU – Optical Network Unit
3.3 – Splitter, divisor óptico passivo
4 – Componentes passivos e acessórios da rede óptica PON
4.1 – Cabos ópticos
4.2 – Spitters ( divisores/somadores ópticos) ópticos
4.2.1 – Splitters balanceados
4.2.2 – Splitters desbalanceados
4.3 – Caixas para instalação em cabos de fibras ópticas
4.3.1 – Caixa para emenda óptica em rede externa aérea
4.3.2 – Caixa para emenda óptica para rede externa subterrânea
4.3.3 – Caixa para derivação de cabo óptico aéreo
4.3.4 – Caixa para derivação de cabo óptico subterrâneo.
4.3.5 – Caixa de derivação para usuário
5 – Drop óptico
5.1 – Drop do tipo Figura 8 de 5mm
5.2 – Drop do tipo Low Friction de 5m
5.3 – Drop com dimensão de 3mm
5.4 – Distribuidor óptico
5.5 – Roseta óptica
5.6 – Patch Cords
5.7 – Pigtails
5.8 – Conectores ópticos
5.8.1 – Tipo de polimentos de conectores
5.8.2 – Perda por inserção IL
Carga horária : 8hs teóricas
Curso 5 – Planejamento, projeto, desenho e instalação de redes FTTH
1 – Rede Óptica Passiva – PON
1.1 – Características da rede EPON - Ethernet Passive Optical Network
1.2 – Características da rede GPON - Gigabit Passive Optical Network
2 – Arquitetura da rede PON
3 – Topologias da rede PON
3.1 – Topologia em Anel
3.2 – Topologia em Arvore
3.3 – Topologia em barramento
4 – Hierarquia da Rede PON
4.1 - Solução FTTN – Fibra até o Nó
4.2 - Solução FTTC – Fibra até o Armário
4.3 - Solução FTTB – Fibra até o Prédio
4.4 - Solução FTTH – Fibra até a Casa
4.5 – Benefícios da rede PON
5 – Componentes principais da arquitetura PON
5.1 – OLT – Optical Line Terminal
5.2 – ONU : Optical Network Unit e ONT : Optical Network Terminal
5.3 – Splitter, divisor óptico passivo
5.3.1 – Splitters óptico balanceado 1xN
5.3.2 – Splitter balanceado 2xN
5.3.2 - Splitter desbalanceado
5.4 – Cabos ópticos
5.4.1 – Numeração das fibras ópticas
5.5 – Caixas ópticas para emenda e derivação
5.5.1 – Caixa para emenda óptica em rede externa aérea
5.5.2 – Caixa para emenda óptica para rede externa subterrânea
5.5.3 – Caixa para derivação de cabo óptico aéreo
5.5.4 – Caixa para derivação de cabo óptico subterrâneo.
5.5.5 – Caixa de derivação para usuário
5.6 – Drop óptico
5.6.1 – Drop do tipo Figura 8 de 5mm
5.6.2 – Drop do tipo Low Friction de 5mm
5.6.3 – Drop com dimensão de 3mm
5.7 - Distribuidores ópticos
5.8– Roseta óptica
5.9 - Patch Cords
5.10 – Pigtails ou extensão óptica
5.11 - Conectores ópticos
5.11.1 – Tipo de polimentos de conectores
5.11.2 – Perda por inserção IL
5.11.3 – Perda por retorno RL
6 – Informações fundamentais para planejamento de uma rede FTTh
7 – Procedimentos para fazer o projeto de uma rede FTTh.
7.1 – Obter uma planta baixa da área e localizar todos os pontos a serem atendidos.
7.2 - Definir os tipos de splitters a serem utilizados
7.2.1 – Divisão de potência óptica com splitter balanceado
7.2.2 – Divisão de potência óptica com splitter desbalanceado
7.3 – Definir o número de equipamentos ativos a serem utilizados.
7.3.1 – Quantificação do número de ONU´s.
7.3.2 – Quantificação do nº de placas OLT.
7.3.2.1 – Posicionamento dos splitters na planta
7.3.2.2 – Identificar o número de portas dos splitters
7.3.2.3 – Definir a topologia de conexão
7.3.2.4 – Cálculo de potencia
7.3.2.5 – Número de fibras efetivamente utilizadas.
7.3.2.6 – Determinação do número de placas OLT
7.4 – Definição do tipo de cabo óptico e quantidade a ser instalado.
7.5 – Definir o tipo de caixas de emenda / derivação e a quantidade.
7.6 – Definir tipo e a quantidade de drop
8 – Projetos
8.1 – Procedimento para cálculo de enlaces balanceados
8.1.1 – Calculo de atenuação total no sentido DOWNSTREAM (AtD)
8.1.2 – Orçamento de potência no sentido DOWNSTREAM ou potência disponível (PdD).
8.1.3 – Margem do sistema para o DOWNSTREAN
8.1.4 - Calculo de atenuação total no sentido UPSTREAM (AtU)
8.1.5 – Orçamento de potência no sentido UPSTREAM ou potência disponível (PdU).
8.1.6 – Margem do sistema para o UPSTREAN (MsistU)
8.2 - Procedimento para cálculo de enlaces desbalanceados
8.2.1 - Calculo de atenuação total no sentido DOWNSTREAM
8.2.2 – Orçamento de potência no sentido DOWNSTREAM ou potência disponível (PdD).
8.2.3 – Margem do sistema para o DOWNSTREAN (MsistD)
8.2.4 - Calculo de atenuação total no sentido UPSTREAM (AtU)
8.2.5 – Orçamento de potência no sentido UPSTREAM ou potência disponível (PdU).
8.2.6 – Margem do sistema para o UPSTREAN (MsistU)
8.3 - Procedimento para cálculo de enlaces mistos
8.3.1 - Cálculo de atenuação total no sentido DOWNSTREAM (AtD).
8.3.2 – Orçamento de potência no sentido DOWNSTREAM ou potência disponível (PdD).
8.3.3 – Margem do sistema para o DOWNSTREAN (MsisD)
8.3.4 - Calculo de atenuação total no sentido UPSTREAM (AtU)
8.3.5 – Orçamento de potência no sentido UPSTREAM ou potência disponível (PdU).
8.3.6 – Margem do sistema para o UPSTREAN (MsistU)
9 – Desenho da rede
9.1 – Desenho em planta
9.2 – Diagrama de interligação
Carga horária : 16hs ( 8hs teóricas e 8hs práticas )
Curso 6 – Equipamentos de testes e procedimentos de medidas em Redes FTTH
1 – Introdução
2 – Testes com Power Meter
2.1 – Medida de potencia
2.2 – Medida de atenuação
2.3 – Procedimentos de testes
3 – Testes com OTDR
3.1 – Teste de comprimento
3.2 – Teste de verificação de falha
3.2.1 – Dobra
3.2.2 – Emenda
3.2.3 – Conector
3.3 – Medida de atenuação na falha
3.4 – Medida de atenuação do enlace
3.4 – Medida de reflexão
4 – Testes relacionados instalação da rede.
4.1 – Testes de potencia com Power Meter
4.2 – Testes de caracterização com OTDR
4.3 – Testes de redes com splitters balanceados
4.4 – Testes de redes com splitters desbalanceados
4.5 – Testes de redes com splitters balanceados e desbalanceados.
5 – Testes em rede ativa
5.1 – Medição de potencia óptica com Power Meter
5.2 – Caracterização da fibra com OTDR
Carga horária : 16hs ( 8hs teóricas e 8hs práticas )
Curso 7 – OTDR, configuração, procedimentos de testes, análise de curvas e tabelas de eventos.
1 – Introdução
2 – Características físicas da fibra óptica
2.1 – Composição material
2.2 – Características geométricas
2.2.1 – Circularidade da casca
2.2.2 – Circularidade do núcleo
2.2.3 – Excentricidade do núcleo
2.3 – Dimensões
3 – Propagação da luz na fibra óptica
3.1 – Refração no interior do núcleo
3.2 – Reflexão total no interior do núcleo
3.2.1 – Reflexão interna da luz no núcleo
3.2.2 – Refração interna da luz no núcleo
3.2.3 – Índice de refração
3.2.4 – Reflexão de Fresnel
3.2.5 - Retroespalhamento
4 – OTDR - Reflectômetro Óptico no Domínio do Tempo
4.1 – Introdução ao OTDR
4.2 - Princípios de funcionamento
4.2.1 - Retroespalhamento de Raileigh
4.2.2 - Espalhamento de Fresnel
4.3 - Conceito de potencia em dBm
4.4 - Conceito de relação de potencia em dB
4.5 - Conceito de perda por inserção e o espalhamento de Rayleigh.
4.6 - Conceito de perda por reflexção e o espalhamento de Fresnel.
4.7 - Conceito de abertura númerica
4.8 – Conceito de cone de aceitação
4.9 – Conceito de zona morta
4.9.1 – Conceito de zona morta de evento
4.9.2 – Conceito de zona morta de atenuação
5 - Configuração de testes
5.1 – Parametros de configuração
5.1.1 – Comprimento de onda
5.1.2 – Largura de pulso
5.1.3 – Range de Alcance
5.1.4 – Tempo de medida
5.1.5 – Visualização em tempo real
5.1.6 – Limite de leitura de atenuação
5.1.7 – Função real time
6 - Análise visual do traço da fibra na tela do OTDR
6.1 – Ocorrencia de um evento não reflexivo
6.2 – Ocorrencia de um evento reflexivo
7– Analise da tabela de eventos da fibra
7.1 – Analise de um evento reflexivo
7.1.1 – Conectores
7.1.1.1 – Perda por inserção
7.1.1.2 – Perda por reflexão
7.1.2 – Emenda mecânica
7.1.3 – Fissura na fibra
7.2 – Analise de um evento não reflexivo
7.2.1 – Emenda por fusão
7.2.2 – Macrocurvatura
7.2.3 – Atenuação caracteríastica da fibra
7.2.4 – Analise da atenuação acumulada entre eventos e fim a fim na fibra.
8 – Análise visual dos eventos no traço na tela do OTDR
8.1– Análise visual de um evento não reflexivo
8.2 – Análise visual de um evento reflexivo
8.3 – Analise visual de nivel de atenuação
8.4 – Analise visual de nivel de reflexão
8.5– Identificação de distancia entre eventos
8.6 – Identificação de rompimento de fibra
8.7 – Identificação de curvatura ou fusão no traço
8.8 – Identificação da qualidade de conectores das extremidades, próxima e distante, da fibra.
8.9 – Identificação do nivel de perda do conector local no OTDR.
8.10 – Identificação de pressão lateral da fibra
10 – Procedimentos de inspeção
10.1 – Ajuste de limite de leitura de atenuação
10.2– Ajuste de largura de pulso
10.3 – Ajuste de range de alcance
11 – Procedimento de testes
11.1 – Tamanho correto do cordão de conexão ao OTDR
11.2 – Ajuste dos parametros de configuração.
11.2.1 – Comprimento de onda
11.2.2 – Largura de pulso
11.2.3 – Range de Alcance
11.2.4 – Tempo de medida
11.2.5– Visualização em tempo real
11.2.6 – Limite de leitura de atenuação
11.2.7 – Analise do range dinamico
12 – Procedimentos para geração de relatório
121 – Masuseio de software simulador de OTDR
Carga horária : 16hs ( 8hs teóricas e 8hs práticas )
Curso 8 – Instalação de Redes FTTH
1 – Introdução
2 – Características da rede de distribuição
2.1 – Produtos e dispositivos aplicáveis
2.1.1 – Distribuidor Interno Óptico ( DIO )
2.1.2 – Pig tail
2.1.3 – Cordão óptico
2.1.2 – Cabo de fibra óptica
2.1.3 – Caixa de emenda óptica ( CEO )
2.1.4 – Splitter óptico
3 – Características da rede de acesso dos clientes
3.1 – Produtos e dispositivos aplicáveis
3.1.1 – Caixa de terminação óptica ( CTO )
3.1.2 – Splitter óptico
3.1.3 – Cabo Drop
3.1.4 – Pig tail
3.1 5 – Roseta ( PTO )
3.1.6 – Cordão óptico
4 – Testes de desempenho da rede
4.1 – Testes com OTDR
4.2 – Testes com Power meter
Carga horária: 16hs ( 8hs teóricas e 8hs práticas )
Instituto Ibratep
+55 11 98467-4131
+55 11 2093-6543
+55 11 2092-8925
+55 11 2883-3670
Clique Aqui e Chame no Whats